2900 pessoas aproveitaram Programa Regressar e voltaram a Portugal

2900 pessoas aproveitaram Programa Regressar e voltaram a Portugal

19 Novembro 2019, 15:48 Não Por Redacção

O Governo Português, fez esta terça-feira, o primeiro balanço do Programa Regressar, que disponibiliza aos emigrantes, oportunidades para regressar a Portugal com vantagens, isenta de tributação 50% dos rendimentos do trabalho por um período de cinco anos bem como um apoio financeiro que pode ir até aos 6.536 euros, além das despesas inerentes ao regresso a Portugal do candidato ao programa e seus familiares, viagens, transporte de bens e custos com o reconhecimento de qualificações em Portugal.

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) recebeu até ao momento 481 candidaturas ao apoio financeiro disponibilizado para os emigrantes portugueses e luso-descendentes que desejem regressar a Portugal.

Das candidaturas recebidas, 70% são relativas a pessoas que saíram de Portugal entre 2011 e 2015. Perto de 45% das candidaturas foram apresentadas por pessoas com o Ensino Superior e cerca de 83% dos candidatos têm entre 25 e 44 anos.

Uma parte significativa dos candidatos estava emigrada no Reino Unido (19%), França (17%), Suíça (14%), Brasil (8%), Espanha (6%) e Angola (6%).

As candidaturas abrangem um total de 1.025 pessoas, incluindo, além dos 481 candidatos, 544 elementos dos respectivos agregados familiares que regressam ao nosso país.
Paralelamente, inscreveram-se para procura de emprego na plataforma do IEFP com o motivo “regresso a Portugal” cerca de 2.900 pessoas.

Desde que foi criado este programa, foram recebidos 3.850 pedidos de informação no IEFP, entidade que faz a gestão do Programa Regressar.

A maior parte das pessoas que se têm candidatado saiu de Portugal entre 2011 e 2015. Há um número crescente de pedidos de informação e de candidaturas, pelo que é importante continuar fazer a divulgação deste programa para promover o regresso dos portugueses que tiveram de sair do País’, afirma a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.