Covid-19 – Ponto de Situação no Vale do Sorraia

27 Março 2020, 22:26 Não Por João Dinis

Embora esta seja uma situação dinâmica, e que pode mudar hora após hora, estando nós agora no ponto de mitigação da pandemia do covid-19, é importante realizar um primeiro ponto de situação dos casos de coronavírus na nossa área de abrangência, o Vale do Sorraia, nomeadamente os concelhos de Mora, Coruche, Salvaterra de Magos e Benavente.

Em Mora, até ao momento não existem registo de casos positivos ou suspeitos, estando a autarquia a trabalhar no momento antecipando possíveis cenários, o que lhes poderá trazer vantagem na luta contra esta pandemia.

Coruche registou dos primeiros casos positivos do país, com a presença do segundo caso positivo na arrozeira Dacsa-Atlantic, que infectou alguns dos seus colaboradores, ainda que três deles não sejam agora contabilizados como residentes no concelho.

Em termos de residentes em Coruche, contabilizam-se quatro casos de infecção por covid-19, todos com ligação ao caso da arrozeira, sendo que dois deles se encontram curados.
Em vigilância activa em Coruche, encontram-se, na hora em que elaboramos este balanço, oito pessoas.

Salvaterra de Magos registou esta sexta-feira, 27 de Março, o seu primeiro caso positivo, um homem de 83 anos, que se encontra internado no Hospital Distrital de Santarém.
No território do concelho de Salvaterra de Magos, encontram-se agora vinte e cinco pessoas em vigilância activa pelas autoridades de saúde.

O concelho de Benavente, tem neste momento sete casos positivos de infecção por covid-19, sendo que existe mais um caso que foi detectado em Benavente, mas que não é referente a um cidadão que viva no concelho.
Em vigilância estão no momento cinquenta e duas pessoas, sendo que este número poderá sofrer alterações nas próximas horas, em virtude do plano que está a ser realizado na unidade fabril de Santo Estevão.

Estes dados recolhidos pelo Notícias do Sorraia tiveram como base o cruzamento efectuado pelos números das entidades oficiais, nomeadamente, Direcção Geral de Saúde, Câmara Municipais e Unidades de Saúde locais que divulgam os números disponíveis ao momento.

Neste momento cada uma das entidades apresenta números díspares, facto que é de condenar, pedindo-se sempre a centralização numa única entidade, de modo a ter os dados o mais fiéis e realistas possíveis.