Das gentes à Fé em exposição em Samora Correia. Duas exposições para ver a partir de 15 de Agosto

Das gentes à Fé em exposição em Samora Correia. Duas exposições para ver a partir de 15 de Agosto

9 Agosto 2019, 12:36 Não Por Redacção

O Palácio do Infantado em Samora Correia, inaugurará no dia 15 de Agosto, por ocasião do início das Festas em Honra de Nossa Senhora da Guadalupe, duas exposições evocativas das Gentes e da Fé.

‘Gentes de Vontade – Da vontade das gentes, fica a história de um povo… de uma terra…’,  é uma exposição sobre o passado recente de Samora Correia, da primeira metade do século XX até aos anos 90, que se pode dividir em três estádios diferentes: O Trabalho; As Gentes; e As Festas. De uma forma geral, ficamos a perceber como era a vida em Samora Correia e como foi a evolução desta terra até se tornar na cidade que é hoje. 

Uma “visita aos alicerces” que edificaram a Samora Correia do Século XXI e à grande contribuição que a comunidade Samorense deu para este crescimento.

Esta mostra é composta por uma exposição de fotografias alusivas à época, bem como recriações com objectos reais de época, servindo para tomar contacto profundo com a realidade Samorense destas épocas distintas na vida da sua comunidade.

A exposição permite perceber como era a vivência dos homens e mulheres na sua vida diária de grande trabalho, sacrifício e dificuldade, acabando ao mesmo tempo por ser uma homenagem as estas gentes.

É uma verdadeira viagem no tempo para ajudar à compreensão do passado recente de Samora Correia, convocando aspectos de ordem moral, cultural, religiosa ou económica, e assumindo um lugar central e incontornável na rede social desta comunidade.

A segunda exposição é dedicada ao tema da Fé, e foi intitulada “Pinceladas de Fé”, consistindo numa exposição de pintura da autoria de Sónia Lapa, que utilizou diversas técnicas, desde o carvão ao acrílico, oléo, colagem e douramento.

São recordações de algumas das viagens da autora e daquilo que nos toca profundamente, percorrendo os caminhos da espiritualidade livre, cheia de seres eloquentes. É o refúgio de cada um de nós naquilo que nos transcende, na fé…

As obras expostas revelam uma procura de algo em cada um de nós, numa exposição que diz muito do estado de alma da autora, onde quase que conseguimos ver o nosso próprio reflexo nos espelhos dos outros.